Por: Kauany
Oliveira.
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| (Foto fornecida pelo presidente da empresa, Márcio, á esquerda da foto) |
Após o crescimento dos utilitários de transporte e a queda do
desempenho do táxi, a empresa está tentando correr atrás do prejuízo. Descontos
que antes não existiam, maior uso das redes sociais para divulgação e até a
criação do próprio aplicativo, estão na lista de possíveis meios de recuperação
da organização.
Questionado sobre quais soluções a empresa está tomando para manter os
passageiros fiéis e não perdê-los, Márcio disse que têm conversado com os
associados e os convenceu que os clientes são o bem mais valioso da empresa,
porém sobre fidelizar disse que é mais difícil já que se trata de valores
econômicos.
Segundo Permilton, alguns associados e auxiliares se debandaram para
os aplicativos, mas mesmo assim a empresa não acredita que pode acabar, já que
é uma organização que existe desde 1996 e tem uma ótima estrutura.
O presidente da empresa diz que as pessoas deveriam continuar
utilizando táxi invés de aplicativos de transporte pois pode-se contar com
confiança, transparência e segurança – já que é preciso passar por uma série de
requisitos para se tornar taxista – e além disso, muitos motoristas viram
amigos dos passageiros, fazendo possíveis problemas serem resolvidos pelo
contato de livre acesso.
A Uber, que é um aplicativo de transporte dos mais utilizados, chegou
ao Brasil pela primeira vez em 2014 e à baixada santista em fevereiro de 2016,
mas foi oficializado na região apenas em Agosto do mesmo ano.
Desde que chegaram ao Brasil, utilitários desse tipo dividem opiniões,
e após uma briga com os taxistas, foi criado o PLC 28/2017, que determina a
regulamentação do serviço privado e
individual de passageiros, trazendo normas que ainda hoje não são obrigatórias,
como exemplo a efetiva cobrança dos tributos municipais, utilização de apenas
carros próprios e possuir carteira de habilitação em categoria B ou superior
com a informação que exerce atividade remunerada. Após passar pelo senado,o
projeto de lei voltou à câmara com a retirada de algumas exigências e deverá
ser analisado novamente.
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“Temos que








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